Para
a
Doutrina
Espírita,
o
verdadeiro
espírita
se
reconhece
"pela
sua
transformação
moral
e
pelos
esforços
que
empreende
em
domar
suas
más
inclinações"
(KARDEC,
em
O
Evangelho
Segundo
o
Espiritismo).
É
neste
sentido,
então,
que
se
dá
a
compreensão
de
Páscoa:
a
busca
pela
Reforma
Íntima,
burilando
o
lado
do
homem
velho
que
há
dentro
de
cada
um,
para
renascer
um
homem
novo.
O
sentido
de
renovação
da
Páscoa
para
os
cristãos
espíritas
se
concretiza
na
renovação
de
si
mesmo,
na
melhoria
íntima
e
evolução
espiritual,
sendo
esta
a
única
forma
de
transformação
das
relações
humanas
e
da
vivência
mundana,
levando-nos
a
atingir
a
verdadeira
felicidade,
através
da
Lei
Divina
da
Evolução,
à
qual
todos
estamos
fadados
a
seguir.
Os
símbolos
do
coelho,
dos
ovinhos
de
páscoa,
o
vinho,
o
peixe,
são,
à
luz
da
Doutrina,
apenas
formas
concretas
e
materializadas
encontradas
pelo
homem
para
representar
o
seu
desejo
de
vida,
de
renovação,
de
resignação
e
fé
em
Deus,
nosso
pai,
e
Cristo,
nosso
irmão,
modelo
e
mestre.
No
entanto,
se
essa
foi
uma
forma
que
a
humanidade
encontrou
de
fazer
uma
pausa
para
reflexão
acerca
da
moral
de
Jesus
e
de
amar
aos
seus
semelhantes...
Pois
que
todos
os
dias
possam
ser
de
Páscoa
e
todas
as
religiões
a
preguem
com
a
santidade
que
o
seu
verdadeiro
significado
merece.
E
sobretudo,
que
todo
indivíduo,
filho
de
Deus
que
é,
possa
corresponder
às
oportunidades
da
reencarnação
e
de
cada
dia
que
lhe
é
concebido
para
transformar-se
num
homem
novo,
buscando
compreender
e
seguir
a
moral
cristã
que
nos
foi
ensinada
pessoalmente
por
nosso
irmão
maior,
concretizando-se
em
sua
Lei
de
Amor.
Que
desta
forma
todos
possam
receber
nesta
época,
como
em
todas
as
outras,
muita
luz
e
muita
paz
de
Jesus
Cristo
e
de
nosso
Pai
Celestial.
*
Lumma
|