Um
símbolo
do
amor
de
Deus
no
mundo,
Carinho
permanente,
Amor
que
nada
mais
pedisse
à
vida,
A
fim
de
estar
contente,
Que
o
dom
de
ser
amor
sublimado
e
profundo.
Vi
o
Sol
trabalhando
sem
cansaço
Doando-se
sem
pausa,
alto
e
bendito,
O
astro
imenso,
porém,
pedia
espaço,
De
maneira
a
brilhar
nas
telas
do
Infinito.
Julguei
achar
na
fonte
esse
traço
perfeito,
Fitando-lhe
a
corrente
a
servir
sem
parar,
Mas
a
fonte
exigia
a
hospedagem
do
leito
A
fim
de
prosseguir
à
procura
do
mar.
Fui
à
árvore
amiga
e
anotei-lhe
a
lição:
Conquanto
a
se
entregar
tanto
aos
bons
quanto
aos
brutos,
Precisava
defesa
e
vínculos
no
chão
Ao
fornecer,
sem
para,
a
riqueza
dos
frutos.
Vi
a
abelha
no
favo
a
pedir
mel
às
flores,
Nuvens
para
servir
solicitando
alturas,
Escolas
em
função
buscando
professores
E
o
lar
para
ser
lar
exigindo
estruturas.
Toda
força
do
bem
que
ao
bem
se
entregue
Em
bondade
constante
e
em
contínua
grandeza,
Assegura-se,
vive,
auxilia
e
prossegue,
Algo
requisitando
ao
Mundo
e
à
Natureza.
Em
ti,
unicamente,
Mãe
querida,
Encontro
o
amor
que
nasce
e
cresce,
em
suma,
No
sacrifício
puro,
acalentando
a
vida,
Sem
reclamar
da
Terra
cousa
alguma.
Eis
porque
sobre
todo
amor
que
existe
As
Mães
são
guias,
anjos,
cirineus,
Cujo
brilho
por
si
nos
protege
e
persiste
Em
ser
somente
amor,
no
excelso
de
Deus.
Estrela,
Deus
te
guarde
em
teu
fulgor
celeste!...
Agradeço-te
a
luz,
o
carinho
e
o
perdão...
Bendita
sejas,
Mãe,
porque
me
deste
A
presença
de
Deus
no
coração.