Acreditas-te
frágil,
mas
Deus
te
suprirá
de
energias.
Reconheces
a
própria
limitação,
mas
Deus
te
conferirá
crescimento.
Afirmas-te
sem
ânimo,
mas
Deus
te
propicia
coragem.
Declaras-te
pobre,
mas
dispões
das
riquezas
infinitas
de
Deus.
Entendamos,
porém,
que
o
processo
de
assimilar
os
recursos
divinos
será
sempre
o
serviço
prestado
aos
outros.
Não
alegues,
assim,
fraqueza,
inaptidão,
desalento
ou
penúria
para
desistir
do
lugar
que
te
cabe
no
edifício
do
bem.
Pela
hora
de
otimismo
com
que
amparas
o
trabalho
dos
companheiros,
Deus
te
abençoa.
Pelo
gesto
silencioso
com
que
escoras
o
equilíbrio
geral,
Deus
te
abençoa.
Pela
frase
caridosa
e
esclarecedora
com
que
asseguras
o
entendimento
fraterno,
Deus
te
abençoa.
Pela
migalha
de
socorro
ou
de
tempo
que
despendes
no
apoio
aos
necessitados,
Deus
te
abençoa.
Pela
atitude
de
tolerância
e
serenidade,
à
frente
da
incompreensão,
Deus
te
abençoa.
Convivemos,
sem
dúvida,
com
almas
heróicas,
habilitadas
aos
mais
altos
testemunhos
de
fé
em
Deus,
através
do
sacrifício
pela
felicidade
dos
semelhantes,
mas
Deus
que
abençoa
o
rio
capaz
de
garantir
as
searas
do
campo,
abençoa
também
a
gota
de
orvalho
que
ameniza
a
sede
da
rosa.
Se
erros
e
desacertos
nos
marcaram
a
estrada
até
ontem,
voltemo-nos
para
Deus
com
sinceridade,
refazendo
a
esperança
e
suportando
sem
mágoa,
as
acusações
do
caminho.
O
homem,
às
vezes,
passa
enojado,
à
frente
do
charco,
sem
perceber
que
Deus
alentou
no
charco
os
lírios
que
lhe
encantam
a
mesa.
À
face
disso,
se
alguém
te
censura,
ouve
com
paciência.
Se
existe
sensatez
na
repreensão,
aproveita
o
conselho;
se
for
injusto
o
reproche,
conserva
a
alma
tranqüila,
na
limpeza
da
consciência.
Em
qualquer
dificuldade,
arrima-te
à
confiança,
trabalhando
e
servindo
com
alegria,
na
certeza
invariável
de
que
Deus
te
abençoa
e
olha
por
ti.