Não
acredito que alguém possa ser feliz sem
afeto.
Mas como consegui-lo se a tônica da vida tem
sido a indiferença, a frieza e o não
envolvimento? Bem que se tenta, mas parece que é
cada vez mais difícil manter um relacionamento.
São muitas as interferências que embaraçam
as melhores intenções. Mas talvez
o que mais atrapalha é como as pessoas estabelecem
as relações.
Você quer que o outro lhe dê o carinho
e muitas vezes fica indignado ou até mesmo
bravo quando isso não acontece. Daí
você cobra a presença, cobra a atenção.
Existem até aquelas pessoas que exigem o
sexo a todo custo, mesmo que o(a) companheiro(a)
não esteja a fim.
Será que isso funciona?
Será que o amor se desenvolve a partir da
cobrança, do controle, da culpa e do medo?
Tenho certeza que não.
O amor é parente da amizade, da confiança,
da entrega.O amor combina com a generosidade.
Por
isso, se você quer ser feliz o melhor é
começar se oferecendo como uma fonte, sendo
carinhoso.
Não
importa a quem você se dirija, se a pessoa
lhe retribui ou não. Você abre uma
porta, que fica aberta para que também receba
o melhor.
Esta é a chave!
Você
amolece seu coração, põe um
sorriso na cara e ajuda os outros. Colabora para
um mundo melhor. No geral, essa atitude é
recebida pelas pessoas como água no deserto.
Aí vem o agradecimento. E o amor se torna
possível.
Em tudo é assim.
Se você acha que as pessoas são antipáticas,
mude o canal e seja simpático. Você
participa ativamente da transformação
atuando de forma consciente. Até nas finanças
funciona assim.
Quando você é generoso, é mais
fácil que o dinheiro venha até você.
O ponto está em abrir a porta em vez de reclamar
dela estar fechada.
E não esqueça de agradecer.
Lembre-se
sempre que o outro não tem nenhuma obrigação
de lhe dar nada.
E quando você agradece, deixa o caminho aberto
para receber o que tanto deseja.
Sergio
Savian
terapeuta e escritor.
Autor
de sete livros, dentre eles o
“Paquera:
brincadeira de gente grande”
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- Conteúdo enviado por Liz & Nick
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