O
Pai não se nos apresenta, porém,
como um servo que deve atender as paixões
subalternas dos enganados filhos terrestres.
As respostas, aparentemente diversas, dos pedidos
insensatos constituem prova do supremo amor, que
atende conforme é de melhor para o peticionário
e não de acordo com o capricho deste.
Quem
anela por tranqüilidade, que se não
recuse à peleja.
Quem
deseja saúde, que produza bens do espírito,
superando os desajustes orgânicos.
Quem aspira comodidades, que estabeleça
um programa de harmonia íntima.
Quem busca riquezas, que entesoure paz no coração
e sabedoria na conduta.
Quem procura afeto, que descobre os valores morais
no campo do amor sem fronteira.
Quem confia na vida, jamais se rebele com a transitória
mudança física ante a presença
da morte.
Orar é dispor de entendimento para compreender
e aceitar a divina vontade que nos impele ao crescimento
espiritual, fazendo-nos galgar os degraus da evolução
com passo firme e sentimento renovado.
Joanna
de Ângelis
do Livro: Otimismo
de
Divaldo Pereira Franco