Algo a Fazer

Faça a sua parte, mesmo que seja a modesta contribuição do silêncio.

Dê a mão em auxílio a alguém, embora não disponha de mais, além dela.

Contribua com a homenagem do seu respeito à vida.

Ofereça a parcela que outros não sentem inclinação de doar: varrer uma casa, lavar o chão, enxugar o suor num rosto doentio.

Proponha a palavra simples e nobre do perdão, quando surgir oportunidade junto aos contendores que se digladiam.

Sugira o olvido, quando corações aflitos desejarem revidar os remoques sofridos.

Apague a sua presença para que os outros sejam vistos, apesar de você reconhecer que o triunfador não é aquele a quem a multidão ovaciona.

Insista no burilamento íntimo.


Você sabe que os outros não têm o dever de compreender o que você pensa, enquanto você se propôs espontaneamente a todos entender:


Neste momento, você pode construir a felicidade no coração, facultando novos horizontes à alma sedenta de
luz e amplidão.

 

Marco Prisco
Psicografado por:
Divaldo P. Franco

 

066 - Conteúdo enviado por Lumma

 
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